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ÁGUA DA VIDA
ÁGUA DA VIDA

Objetivos: Que o juvenil...  
•Entenda que Jesus nos aceita como somos e deseja nos transformar!   
•Conheça o coração perdoador e amoroso de Jesus. 
Entregue todos as suas culpas, pecados e preocupações a Jesus.
Quebra gelo: O chapéu da “CULPA”
O líder prepara um chapéu ou boné com uma cartão escrito nele: CULPA (pode ser pregado com fita ou alfinete).
Os juvenis formam um círculo e marcham ao compasso da música (colocar um louvor animado), um atrás do 
outro. O chapéu deve ser passado ao companheiro que marcha na frente. Quando a música cessa 
repentinamente, o juvenil que fica com o chapéu “CULPA” deve sair do jogo. O último que consiga se manter 
sem chapéu será o vencedor. 
Quando terminar o quebra-gelo faça a introdução da lição dizendo: 
A culpa por pecados passados e o peso de sentimentos ruins podem nos afastar do convívio com as pessoas. 
Vejamos o que aconteceu com uma mulher na Bíblia. 
Texto para decorar: “Afirmou-lhes Jesus: 'Quem beber desta água tornará a Ter sede, porém quem 
beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der será nele 
uma fonte a jorrar para a vida eterna.”(João 4:13, 14).
Texto: História baseada em João 4:4-42
ÁGUA DA VIDA
ELA CAMINHAVA passando entre os críticos moradores de sua vila, levando seu jarro de água sobre a cabeça. 
“Parece quente pra estar indo buscar água, não é?” criticava uma mulher. A samaritana olhava para frente. Ela 
conseguia suportar a indelicadeza daqueles que ali estavam, mas não gostava de ouvi-los. Por isso ela escolheu 
buscar água ao meio dia, apesar do sol forte, ao invés de juntar-se a todas as outras mulheres, que buscavam 
nas horas de temperatura mais amena.
Deixando os fofoqueiros para trás, ela apressou-se em direção ao poço solitário. As pessoas o chamavam de 
poço de Jacó, pois acreditavam que Jacó, pai das doze tribos de Israel, o tinha cavado centenas de anos antes.
Então, para sua decepção, ela viu que o poço não estava tão solitário assim. Um estranho, aparentando calor e 
cansaço, estava sentado ao poço. O homem era Judeu. A maioria dos Judeus evitava ir até Samaria. Os Judeus 
e Samaritanos odiavam uns aos outros. Os judeus arriscavam suas vidas cada vez que pisavam em território 
Samaritano. Este homem deveria ser ou corajoso, ou muito ingênuo!
A mulher andou até o poço. O jarro de água descansava com leveza sobre a corda enrolada no topo de sua 
cabeça, e uma bolsa de couro para água estava dobrada com segurança dentro do pote. O homem estava 
sentado sobre as pedras que cercavam o poço, mas ela o ignorou.
Ao descer o jarro de água, a mulher desenrolou a corda, amarrando-a rapidamente, mas com firmeza à bolsa de 
couro, lançando-a nas profundezas escuras e frias do poço.
De repente aquele homem lhe fala:
“Seria muito incômodo dar-me um copo d'água?”
A mão daquela mulher congelou em meio aos movimentos. O homem pedia a ela, uma Samaritana, um favor! 
Deixando escapar a primeira coisa que veio à sua mente, ela exclamou, “Você é um Judeu, e eu sou uma mulher
 Samaritana! O que você está fazendo aqui, pedindo um copo de água para mim?”
O homem era Jesus. Ele lhe sorria. Brandamente ele lhe respondeu, “Se ao menos você conhecesse o 
maravilhoso dom que Deus tem para você, e quem é Ele que lhe pede água, você Lhe pediria água viva.”
O homem não queria lhe fazer mal algum, pensou ela. Na verdade, ele estava fazendo com ela se sentisse 
importante. Mas ele não estava sendo muito prático. Ele não tinha nenhuma corda ou balde. “Senhor,” ela 
respondeu, tentando ser educada, “não o Senhor não tem nada para tirar água do poço, e ele é bem profundo. 
Aonde é que consegue esta água da vida? O Senhor sabe que quem nos deixou este poço foi nosso pai Jacó, 
ou o Senhor é maior do que ele foi?”
Um brilho iluminou os olhos de Jesus. “Todos os que bebem das águas deste poço, terão sede novamente,” 
respondeu Ele calmamente, fixando sempre o olhar no rosto confuso da mulher. “Mas a água que Eu posso lhe 
dar jorrará numa fonte de vida eterna.” 
Os olhos da mulher brilharam. “Senhor, me dê um pouco desta água!” suplicou.
“Por que você não chama seu marido, e depois vem buscar desta água?” Jesus sugeriu, Seus olhos 
repentinamente sérios.
“Eu não tenho marido,” disse ela.“Isso é verdade,” continuou Jesus no mesmo tom gentil de voz. “Na verdade, você já teve cinco maridos. E o 
homem com quem você vive agora não é seu marido.”
A mulher engoliu seco. Como é que aquele homem sabia tanto a seu respeito? De repente ela caiu em si. Ele 
não era um homem comum – ele era um profeta! Radiante de alegria diante de sua recente descoberta, ela
exclamou, “Posso ver que o Senhor é um profeta! Agora me diga quem está certo. Os Judeus, que dizem que 
nós deveríamos adorar em Jerusalém, ou os Samaritanos, que dizem que nós deveríamos adorar no Monte 
Gerizim?”
“Não importa o lugar escolhido para adorar,” diz Ele solenemente. “O que importa é o que está no coração 
quando adoramos.” 
Ela começou a pensar em Deus de maneira que nunca pensara antes.
“Eu sei que o Messias virá, e que Ele explicará todas essas coisas para nós,” ela disse.
“Eu sou o Messias,” Ele disse.
Com essas palavras a culpa, vergonha, e ressentimento que a mulher sentia desapareceram. Jesus estava 
dizendo que cada menina, cada menino, cada mulher, cada homem, tem o mesmo valor diante dos olhos de 
Deus.
Naquele momento os discípulos de Jesus chegavam da cidade, aonde tinham ido comprar seu pão.
Chocou-lhes o fato de ver seu Mestre conversando com uma Samaritana, e pra completar – uma mulher!
Mas algo na expressão do rosto da mulher, e o silêncio intenso do olhar de Jesus, fizeram com que ficassem 
quietos.
De repente, a mulher virou -se e, esquecendo-se do jarro de água, correu em direção à cidade. “Venham comigo!”
 ela chamava todos que a pudessem ouvir. “Venham, venham comigo! Vocês devem conhecer o Homem que me
 contou tudo sobre minha vida. Não será Ele o Messias?”
As pessoas espantadas olhavam para ela. Deixando o que tinham em mãos, correram atrás dela para encontrar 
a Jesus.
Apareciam pessoas de todos os lados da cidade – curiosas para ver Jesus. Para espanto dos discípulos, Jesus 
concordou em ficar na cidade. Ele andou e conversou com as pessoas nas ruas, dormiu na casa dessas pessoas,
 e comeu de suas mesas. E todos na cidade O adoravam.
E durante todo o tempo em que esteve com eles, Jesus mostrou-lhes que a água viva do amor e do perdão de 
Deus está disponível para todos – homens e mulheres, meninas e meninos. E isto vale para você e para mim 
também!
Perguntas:
a.O que é culpa?  Você sente culpa por ter feito alguma coisa que ainda não confessou? Quer contar? 
b.Porque a mulher samaritana sofria criticas? Como tratou Jesus à mulher samaritana?
c.Há algum pecado grave demais que Jesus não possa perdoar?  Porque? 
d.O que significa que “quem beber da água da vida não terá sede jamais”? 
e.Tem alguma coisa do seu passado ou da sua vida que queira entregar a Jesus? Quer contar?
Líder Ore sobre tudo o que foi conversado na célula, levando os juvenis a entregar suas culpas e
 pecados ao Senhor.
  ATIVIDADE:  Entregando Tudo a Jesus
Você precisará: papel cartolina ou  papel grosso para cada juvenil; lápis/pincéis atômicos, tesouras.
a) Em papel cartolina, cada juvenil fará o contorno de uma mão, recortando em volta dela depois. 
b) Em um dos lados da mão desenharão unhas, seu nome, e os maus sentimentos que eles querem 
que Deus tire  – culpa, solidão, constrangimento, vergonha, alguns pecados, todo peso ou preocupação, 
etc.
c) Vire a mão. No outro lado, escreverão as coisas que Deus pode colocar no lugar dos maus 
sentimentos. (perdão, alegria, aceitação, amizade, aquilo que estão necessitando do Senhor, etc.)